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domingo, 27 de outubro de 2019
domingo, 20 de outubro de 2019
Aconteceu em: 09/2019
Foi uma honra participar da Inauguração da FindesLab - Programa de Empreendedorismo Industrial
da Findes, visando apoiar e
desenvolver projetos inovadores com ideias e soluções para a indústria capixaba. Maiores
informações: findeslab.com.br
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quarta-feira, 9 de outubro de 2019
EXPRESSANDO-SE VIA POESIA...
Amor é o que nos faz gigantes
©José Roberto de Oliveira
Livro Antologia Singularidade das Palavras - Vol. 2- Pág. 89 -Ed. Scortecci, 2019.
O que fazemos por obrigação
não nos remete ao rol da essência do humano
É o nosso dever social e de cidadão.
O que pode e deve nos diferenciar nesse arcabouço
São os pensamentos, proposições, ações
eivados de sentimentos humanistas que transponham esses umbrais
tudo pela presença mágica da argamassa chamada amor.
Amor proveniente da alma...do coração, não sei!
Amor que brota em cada ser e, precisa expressar-se,
na vivência em família, no cotidiano labutar.
Amor pela Pátria, que é mais do que um hino entoar!
Amor pelo Planeta Terra, cuja qualidade de vida,
ninguém deve se dá o direito de omitir... não preservar,
porque nele moramos... é o nosso Grande Lar!
Esse amor, é o que nos faz gigantes
supera o conhecimento dos cientistas, dos sacerdotes,
confunde os sábios e transcende toda fé sincera
proclamada
Amor que não se circunscreve ao poder do dinheiro, vai além da caridade,
Amor que encarna e encara a luta
Amor que sofre, amor benigno, que espanca a soberba e,
busca igualar as oportunidades dentro da sociedade
Amor que respeita, antes mesmo de tolerar...
amor crédulo nos valores humanos nobres,
que não se acomoda com a injustiça
e levanta sempre a bandeira da verdade.
O amor que nos faz gigantes, ele é sofredor sim,
mas crê e ensina que, dias melhores decorrem do buscar e valorizar a Educação,
do trabalho, sua qualificação...
condições indispensáveis à promoção do ser humano.
Sentimento que nos aproxima do Sublime Perfeito...
Esse Amor... é o que nos faz gigantes!
Amor é o que nos faz gigantes
©José Roberto de Oliveira
Livro Antologia Singularidade das Palavras - Vol. 2- Pág. 89 -Ed. Scortecci, 2019.
O que fazemos por obrigação
não nos remete ao rol da essência do humano
É o nosso dever social e de cidadão.
O que pode e deve nos diferenciar nesse arcabouço
São os pensamentos, proposições, ações
eivados de sentimentos humanistas que transponham esses umbrais
tudo pela presença mágica da argamassa chamada amor.
Amor proveniente da alma...do coração, não sei!
Amor que brota em cada ser e, precisa expressar-se,
na vivência em família, no cotidiano labutar.
Amor pela Pátria, que é mais do que um hino entoar!
Amor pelo Planeta Terra, cuja qualidade de vida,
ninguém deve se dá o direito de omitir... não preservar,
porque nele moramos... é o nosso Grande Lar!
Esse amor, é o que nos faz gigantes
supera o conhecimento dos cientistas, dos sacerdotes,
confunde os sábios e transcende toda fé sincera
proclamada
Amor que não se circunscreve ao poder do dinheiro, vai além da caridade,
Amor que encarna e encara a luta
Amor que sofre, amor benigno, que espanca a soberba e,
busca igualar as oportunidades dentro da sociedade
Amor que respeita, antes mesmo de tolerar...
amor crédulo nos valores humanos nobres,
que não se acomoda com a injustiça
e levanta sempre a bandeira da verdade.
O amor que nos faz gigantes, ele é sofredor sim,
mas crê e ensina que, dias melhores decorrem do buscar e valorizar a Educação,
do trabalho, sua qualificação...
condições indispensáveis à promoção do ser humano.
Sentimento que nos aproxima do Sublime Perfeito...
Esse Amor... é o que nos faz gigantes!
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domingo, 6 de outubro de 2019
EXPRESSANDO-SE VIA POESIA...
Por quê?
©José Roberto de Oliveira
Livro Antologia Singularidade das Palavras - Vol. 2- Pág. 88 -Ed. Scortecci, 2019.
Por que deixar a eterna dúvida
Por que agradar sempre o racional?
Oh vida difícil de, com a razão, tudo entender!
Vem...e nos entregue ao sentimento que sempre nutrimos evitar...na verdade sem saber porque.
Vida, por que para ti, não nos acolhe...ou então definitivamente me deixe?
Por quê?
©José Roberto de Oliveira
Livro Antologia Singularidade das Palavras - Vol. 2- Pág. 88 -Ed. Scortecci, 2019.
Não deixemos nos
perder...
Existe tanto...mais tanto,
Existe tanto...mais tanto,
que certamente
poderá acontecer
e nos fazer felizes...
ainda que discretamente levado a efeito,
nesta vida... ainda usufruir...
como sempre eu quis...
como também sempre desejou...
deixando a felicidade nos nossos corações acontecer...
antes que venhamos fenecer!!
e nos fazer felizes...
ainda que discretamente levado a efeito,
nesta vida... ainda usufruir...
como sempre eu quis...
como também sempre desejou...
deixando a felicidade nos nossos corações acontecer...
antes que venhamos fenecer!!
Por que deixar a eterna dúvida
ou o medo nos
manter afastados,
sem nos permitir,
um voto de confiança inicial,
uma trégua do afastamento sentimental
sem nos permitir,
um voto de confiança inicial,
uma trégua do afastamento sentimental
tão internamente
desejado?
Por que agradar sempre o racional?
Oh vida difícil de, com a razão, tudo entender!
Vem...e nos entregue ao sentimento que sempre nutrimos evitar...na verdade sem saber porque.
Vida, por que para ti, não nos acolhe...ou então definitivamente me deixe?
Por que nos
deixar distantes...
uma existência
há mais de uma década contida,
ocasionando
tanto mal...
a mim e a você,
minha doce querida?
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quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Artigo
O PAPEL DO CONSULTOR ... A TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES ...
QUALIDADE TOTAL ... E ALGUNS DOS NOVOS PARADIGMAS DA ADMINISTRAÇÃO. UM
POT-POURRI CONCEITUAL.
©José Roberto de Oliveira
©José Roberto de Oliveira
A conquista do mercado de
trabalho, em qualquer atividade, depende da contrapartida dada pelos
profissionais envolvidos frente à qualificação esperada ou exigida. Assim somos
levados ao vaticínio que associa o perfil dos empresários, administradores e consultores
de organização como agentes de desenvolvimento social e econômico num modelo de
economia alicerçado na competitividade, no qual só deverão sobreviver aqueles
que dispensarem suficiente atenção ao binômio qualidade-produtividade em
contexto concorrencial e global.
Começaremos detendo-nos um pouco no papel
do consultor, preambulando que consultoria não é assessoramento, situação
essa que muitas vezes leva à confusão.
Campos (1994) enfatiza
que uma empresa sempre necessitará de consultores, pois estes são agentes que
trazem conhecimento sobre matérias específicas. Este conhecimento deve
ser utilizado para RESOLVER PROBLEMAS, ou seja, ATINGIR METAS. Então o objetivo
é "atingir uma meta" e não "receber o consultor". O
consultor é contratado para ajudar a montar e aperfeiçoar um plano de ação, de
tal forma que a organização consiga atingir as metas. Assim, destacamos ainda,
como itens importantes relativos à consultoria:
• a distinção entre a
consultoria interna e externa com as implicações da independência nas suas
atuações. Não se pode desconhecer a influência que pode ter a consultoria
interna dos órgãos de linha da organização a que pertence;
• a existência de dois
tipos de consultores: consultores de conhecimento e de procedimento. O primeiro
leva o conhecimento, a informação, o treinamento; o segundo implementa as
diretrizes propostas pelos diagnósticos e atuações anteriores na área do
conhecimento;
• que os dois tipos de
consultorias ou consultores não são estanques, mas sim um conjunto que pode atuar
separadamente em função do contrato de consultoria que se firmar;
• a importância dos itens contratuais que se
celebram, visto que deles dependem a maior ou menor atuação producente dos
objetivos desejáveis da consultoria;
• a sensibilidade que o consultor deve ter
(tanto no aspecto psicológico e sociológico da organização para a qual vai
prestar consultoria) para perceber as diversas reações gerenciais de
resistência ou não ao trabalho de consultoria. Identificar essas resistências é
ponto chave para prosseguimento do trabalho do consultor;
• que o trabalho de consultoria não deve ter
uma postura de assentimento e convencimento somente da alta cúpula
organizacional, mas de um envolvimento de todos aqueles que a consultoria
alcançar para a consecução dos fins a que se propõe. Aliás, a evidência da
superioridade dos métodos participativos foi apresentada inicialmente pelas
empresas japonesas, especificamente pela Toyota, ainda nos anos 50,
ensinamentos estes que o consultor não pode perder de vista.
Numa ótica crítica
organizacional, sob o enfoque da evolução da teoria das organizações e prática
organizacional, temos, contrastando, a tecnologia tradicional e a questão dos
paradigmas. Neste cenário, numa análise que se faz da empresa brasileira
hodierna, observa-se que embora essa empresa esteja em expansão, com aumento
nas vendas e com a produção no mesmo diapasão, sérios problemas estruturais
existem paralelamente a essa expansão. A consultoria que se solicitar não pode
buscar solução para a questão estrutural sem a oitiva do grupo interessado.
(método participativo) Enfim, a visão da problemática, a ser construída pela
consultoria, passa por uma abordagem macro-organizacional
Quanto à Teoria das
Organizações, sua trajetória é uma busca por novos "remédios" - antídotos
- para os "males" organizacionais que os antigos modelos não mais
resolviam a contento. Tomando-se como marco inicial a Revolução Industrial (lª
e 2ª ), todas as teorias procuraram respostas contingenciais, isto é, soluções
organizacionais para cada época. Em razão da insipiência que apresentavam,
resultaram num continuum evolutivo cujo começo foi a organização formal,
chegando à abordagem de sistemas abertos que conhecemos atualmente.
Nesse direcionamento,
muito embora não existam verdades definitivas no âmbito das ciências, a mais
importante das "verdades" da administração, pelas conseqüências quase
arrasadoras que provocou, como revi sionismo de repertório de ideias até então
acumulado, foi a constatação simples e singela de que nenhuma organização vive
no vácuo, num ambiente artificial facilmente domável pela vontade dos seus
instituidores, gerentes ou "donos". Isto ocorre porque ela é, por sua
própria natureza, um sistema aberto que retira do ambiente a energia vital de
que depende para sobreviver - pessoas, recursos, apoio, preferência - e que
produz - sob a forma de bens e serviços - resultados que o ambiente necessita
e, portanto, prestigia, paga e defende.
É nesse contexto
transformador, ainda, que consumidor passa a ser cliente e surge, assim, a Gestão
pela Qualidade Total, novo estilo de gestão para o qual as empresas
contemporâneas são impelidas e que, por via de consequência, ocasionam mudanças
culturais, inclusive.
A visão comum da questão
da qualidade (leia-se visão comum como a convergência dos vários autores do
assunto a partir de Deming ) é a de que o cliente é o ponto central de
todos os processos de melhoria. A evolução da qualidade, que parte do conceito
de inspeção e chega até o enfoque voltado para a visão estratégica global,
enseja pensar na mesma, hoje, como maneira de sobrevivência organizacional que
implica em uma mudança de atitude, onde as pessoas são efetivamente as molas
propulsoras do processo alavancador da qualidade e, por conseguinte, da
transformação da empresa.
Campos ( 1994) assim se
expressa: "O cliente é o Rei, mas não é Deus. Não se pode
satisfazer o cliente às custas do sacrifício das outras pessoas." E
prossegue: "QUALIDADE TOTAL é o objetivo do gerenciamento do processo.
QUALIDADE TOTAL significa QUALIDADE PARA TODAS AS PESSOAS, ou seja, satisfação
para todas as pessoas (clientes, acionistas, empregados e vizinhos).
Aspecto relevante a se considerar no presente
tema é que, nas empresas modernas, a qualidade total enfoca a responsabilidade
pública e a cidadania, ou seja, antecipa as questões sociais das quais a
empresa não pode ficar à margem, tais como questões ambientais, de segurança,
educação, fome, etc.
Na questão dos paradigmas, inicialmente é de
se ressaltar a questão da cultura organizacional dos povos e suas organizações,
que não permitem um padrão ou uma só ótica de percepção dos valores e coisas. A
realidade dos paradigmas deve ser vista sempre no ritmo evolutivo das
organizações. Esse ritmo evolutivo está umbilicalmente ligado à evolução das
pessoas. Vejamos o que ensina Gibran Khalil Gibran:
"Vossos
filhos não são vossos filhos
São
os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm
através de vós, mas não de vós.
E
embora vivam convosco, não vos pertencem.
(
.. .)
Podeis
esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis
Faze-los como vós.
Porque
a vida não anda para trás e não se demora com os
dias
passados. "
Se na organização familiar os novos paradigmas
são os continuadores da vida na sociedade, assim também ocorre com todos os
demais padrões norteadores da humanidade, inclusive os pertencentes a cada
organização. Por isso, não cabe estagnação, e sim evolução. Aliás, ficar
arraigado a contornos de sucessos do passado e até mesmo do presente pode
demonstrar insegurança e manutenção do status quo.
A arquitetura
organizacional traz em si um perigo. Talvez, se não bem compreendida, induza ao
pensamento de que é possível existir um modelo estático, lindo, perfeito e
acabado.
A necessidade de
adequação arquitetônica organizacional é indiscutível, por ser necessária,
vital, visto que satisfaz as exigências da situação contextual. Contudo,
projetos arquitetônicos que engessam virarão peças de museu e levarão à
derrocada aqueles que assim os conceberam.
Como viés de alcance de
novas arquiteturas, está o papel emoldurador da alta gerência que deve, como
liderança, projetar, construir e operar as mudanças e flexibilizações, para que
as organizações sejam eficazes e contribuam para a felicidade das pessoas que
delas participam. Influenciar o comportamento organizacional, construindo uma
nova arquitetura é parte central do papel da liderança, tanto do ponto de vista
estratégico (desempenho da tarefa) quanto do aspecto sócio-cultural. Aliás o
projeto do líder tem que estar à frente de sua época. Esta é uma condição sine
qua non para a sobrevivência organizacional.
É difícil estabelecer o
que aconteceu primeiro nesse processo de mudança: se a globalização, o avanço
da tecnologia, a mudança dos comportamentos ou a busca de maior eficiência. Ao
certo, sabe-se que essas tendências estão estreitamente ligadas. As grandes
corporações e seus organogramas gigantescos foram comparados aos dinossauros,
porém com a vantagem de poderem se modificar para sobreviverem num mundo em
mudança. Entre as grandes modificações viáveis, que se encontram em consonância
com as novas feições dos paradigmas, destacamos:
• a reengenharia -
fazendo uma análise crítica de conteúdo de sua abordagem, lamentavelmente foi
compreendida como "corte de pessoal", quando na verdade é uma técnica
que pode ser utilizada. Fruto das mudanças mundiais, como as inovações
tecnológicas e queda de fronteiras, podemos destacar que, embora traga consigo características
como a redução das verificações e controles e o envolvimento dos trabalhadores
que passam a tomar decisões no estilo da administração participativa, não
"fincou" bases para sua continuidade. Isto porque não considerou que
seu propósito reestruturador radical e drástico deveria ser toda a organização.
Desta forma, deparou-se com questões culturais organizacionais para as quais não
estava preparada. Outro óbice ao sucesso da reengenharia foram as barreiras
educacionais, já que novos processos implicam em domínio de novas técnicas e,
via de consequência, treinamento.
• o benchmarking -
consiste em copiar as melhores técnicas e práticas da administração como forma
de ganhar vantagens competitivas. Obviamente que, na sua quase totalidade,
essas cópias recaem em cima de processos que estão dando certo, o que não
invalida a idéia de que de uma gestão "não feliz" não se possa
apreender situações desejáveis para aplicação. Além de basear-se em avaliação
de produção, serviços e processos de trabalho de organizações que
reconhecidamente foram bem sucedidas, tem como característica marcante ser um
processo contínuo e sistemático. Vale ressaltar que a imitação das técnicas de
administração é antiga. Como exemplo, temos a linha de montagem móvel que foi
universalmente copiada em todo o mundo, tomando-se o padrão de organização
industrial. É um atalho seguro rumo à excelência? Possivelmente, visto que se
trata de um "caminho já percorrido por outrem". Ainda assim, é um
aprendizado constante, sob a ótica de agregar o conhecimento
(produção/processos de trabalho/serviços) praticado em outras organizações, o que
possibilita, indubitavelmente, uma base sólida para o desenvolvimento maior
dessas práticas originariamente copiadas. Com base na premissa maior de que o
"saber" é humanitário e do mundo, ainda mais para a
"construção", não encaramos esse instrumento de gestão corno
ferimento à ética. Se os valores que se buscam são direcionados à construção
positiva, os esforços que sejam à técnica relacionados não podem nem devem ser
ignorados. Cremos que a "reserva de mercado desse saber" atende
somente à "ética de mercado", que via de regra só visa ganhos
pecuniários.
• o empowerment -
estruturas organizacionais projetadas para enfrentar os desafios da competição
em níveis globais certamente guardarão poucas semelhanças com o modelo
hierárquico tradicional. Nesta ótica, surge o empowerment onde o gerente
deixa de existir como "o todo poderoso" e elimina o velho estilo
hierárquico e repressivo das organizações, avançando para urna ação colegiada.
O empowerment implica em possibilitar a iniciativa criativa, construtiva
e decisória dos funcionários. Portanto, é inconcebível ter um chefe tradicional
e ter empowerment. Desta forma, que fique bem patenteado nesse terna, que
a idéia não é controlar os executores e sim de apoiá-los. Empowerment é
olhar para as pessoas, esta é sua característica essencial. Por ser uma ação colegiada, tem como uma das suas
características a tolerância a erros (quando for permissível). Vale destacar,
ainda, que existem dificuldades de implantação do empowerment geradas
pelos próprios empregados, visto que podem não simpatizar com a proposta de
co-responsabilidade. Por derradeiro, mas sem esgotar o assunto, numa análise
crítica, observamos que empowerment está mais no campo da
"intuição" da gestão, bom senso, do que propriamente no campo analítico
típico dos instrumentos de gestão. Não deixa de ser uma oportunidade para as
pessoas - co-gestão, co-participação, tolerância de erros- e o tempo
mostrará que o empowerment, na cultura organizacional brasileira,
principalmente, pode encontrar campo fértil.
BIBLIOGRAFIA
1. CAMPOS, Vicente
Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. Belo Horizonte:
Líttera Maciel, 1994.
2. GIBRAN, Khalil Gibran.
O Profeta Rio de Janeiro: Apex Editora, 1976.
_________________________________________________________________________________
Nota:
Publicado pela FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS - ESCOLA
BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - CENTRO DE FORMAÇÃO ACADÊMICA E PESQUISA
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